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segunda-feira, 17 de março de 2008

Uma História Verdadeira

Tess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu Papai e sua Mamãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew.
Tudo que ela sabia era que ele estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento.
Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvá-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro. Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado,"Somente um milagre poderá salvá-lo agora."
Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Finalmente ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!
E o que você quer?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida.. "Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos", disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta. "Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."
"Como?", balbuciou o farmacêutico atônito. "Ele chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salvá-lo. "Então, quanto custa um milagre?"
"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave. "Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa."
O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa?" "Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."
"Quanto você tem", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussuro. "E é tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos." Ele pegou o dinheiro com uma mão e dando a outra mão à menina, disse " Leve-me até aonde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."
Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião, especializado em neuro-cirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum, e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.
Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a sequência de acontecimentos ocorridos. "A cirurgia", murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado?" Tess sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha. Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas o resultado de uma lei maior ..

Fonte desconhecida

sexta-feira, 14 de março de 2008

Perdão Filhinho...

Escuta, filhinho.
Esta noite, vendo você adormecer com a mãozinha no rosto e os cachos espalhados pela fronte, sinto-me horrivelmente envergonhado. Por isso é que fugi para o seu quarto, para estarmos sozinhos, os dois... Ainda há pouco eu estava lendo o jornal na sala, quando de repente me senti sacudido por uma espécie de remorso, e vim, como um criminoso, parar-me aqui, perto da sua cama. Sabe o que pensava, meu bem? Em todas essas coisas que hoje me irritaram tanto. Esta manhã, quando você se preparava para a escola, eu te repreendi severamente porque você lavara o rosto como um gato. Depois, eu te pus de joelhos porque você não engraxara os sapatos. E fiz um escândalo porque você derrubou no chão qualquer coisa... Na hora do almoço, ainda achei jeito de censurar-te: "Você vai entortar o copo de leite... Não ponha os cotovelos na mesa... Você está pondo muita manteiga no pão..." Pouco depois, quando eu entrava no carro, você, da porta, abanou a mãozinha, dizendo: "Até logo, papai!" E eu soube dizer-te: "Fica com os ombros direito. Você acaba corcunda!" E a coisa continuou. Pois de tarde, vendo-te jogar bola-de-gude com os companheiros no pátio, olhei os seus joelhos: você tinha rasgado a calça! Aproveitei a oportunidade para te humilhar diante dos amiguinhos, ordenando-te que fosse andando na minha frente, para casa." "Roupa custa caro... Se você tivesse de pagá-las, teria mais cuidado..." Imagine, meu bem, da parte de um pai, que lógica mais estúpida. E esta noite (você se lembra?), enquanto eu estava lendo, você apareceu, timidamente, na porta da sala, com uma carinha passada... Eu levantei os olhos do jornal, aborrecido por me interromperem. Você hesitou um instante. "O que é que você ainda quer comigo?" resmunguei. Você respondeu: "Nada, papai!" E então você se atirou no meu colo, e passou os bracinhos em torno do meu pescoço, e me beijou uma, duas, três vezes... não sei mais... com um amor que só Deus te podia ter posto no coração, e que só seu coraçãozinho seria capaz de prodigalizar com tamanha ternura. E você logo se fora, escada acima. Pois bem, meu filho, só alguns minutos mais tarde foi que o jornal caiu-me das mãos, e senti aquele arrepio no coração, e tomei consciência do meu terrível egoísmo. Que foi que o hábito fez de mim? O mau hábito de queixar-me, de reclamar, de repreender, e tudo isso porque você é apenas uma criança! No entanto, não era por falta de amor; mas porque eu esperava demais da sua idade! Eu te media com a escala da minha, e estou bem triste comigo, pode crer. Eu te prometo que, a partir de amanhã, nem minha impaciência, nem meu nervosismo, nem meus aborrecimentos, virão mudar todo o amor que eu te tenho.
Perdão, filhinho. Boa noite, meu bem.

quinta-feira, 13 de março de 2008

As Coisas Nem Sempre São O Que Parecem

Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão.
Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa. À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que? O Anjo mais velho respondeu: "As coisas nem sempre são o que parecem".
Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros.
Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso.
Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: "Como você permitiu que isto acontecesse?".
O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou. "O Anjo mais jovem o acusava".
"A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse".
"As coisas nem sempre são o que parecem", respondeu o anjo mais velho. "Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede". Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria."".
"Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor".
E eu lhe dei a vaca em seu lugar. As coisas nem sempre são como parecem.""...
Algumas vezes, é exatamente isso que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que sejam quais forem às coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…
Algumas pessoas passam por nossas vidas e se vão rapidamente… Algumas pessoa se convertem em amigos e permanecem por algum tempo...
Deixando lindas marcas em nossos corações... e nunca voltamos a ser os mesmos, porque conseguimos um bom amigo!!
O ontem é história. O amanhã um mistério. O hoje é uma dádiva. E é por isto que se chama Presente!
Acredito que esta vida é especial... Então viva e saboreie cada momento… Isto não faz parte da apresentação de um show!