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terça-feira, 6 de maio de 2008

Sejamos A Diferença

Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia,
junto de uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar,
e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia,
ele viu um vulto que parecia dançar.
Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem
que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma,
jogá-las novamente de volta ao oceano.
"Por que está fazendo isso ?" perguntou o escritor.
"Você não vê ! explicou o jovem:
A maré está baixa e o sol está brilhando.
Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor espantou-se.
"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias
por este mundo afora,
e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia.
Que diferença faz ? Você joga umas poucas de volta ao oceano.
A maioria vai perecer de qualquer forma".
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
"Para essa aqui eu fiz a diferença...".
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever sequer uma linha,
nem conseguiu adormecer. Pela manhã, voltou à praia,
procurou o jovem, e uniu-se a ele, juntos,
começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo
um lugar melhor.
Sejamos a diferença !

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O Sapato

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo.O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou:- Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?O homem prontamente respondeu:- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possui-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
Autor desconhecido

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Amigo Não Tem Defeito

O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta:
"Cachorrinhos à venda".
Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando:
- Qual o preço dos cachorrinhos?
O dono respondeu: - Entre R$ 30,00 e R$ 50,00.
O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:
- Só tenho R$2,37. Posso vê-los???
O homem sorriu e assobiou...
De trás da loja saiu sua cachorra correndo seguida por cinco
cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando para trás.
O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.
- O que aconteceu com esse cachorrinho? - perguntou.
O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida.
O menininho se emocionou e exclamou:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
E o homem respondeu:
- Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente.
E o menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:
Eu não o quero de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo.
Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo.
O homem respondeu: - Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar
como os outros cachorrinhos.
O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para
mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada,
suportada por um grande aparato de metal.
Olhou de novo ao homem e lhe disse:
- Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda.
O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas...
Sorriu e disse:
- Filho, só espero que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você!!!
Moral da história:
Na vida não importa como somos, mas que alguém te aprecie pelo que você é, e te aceite e te ame incondicionalmente.
Um verdadeiro amigo é aquele que chega quando o resto do mundo já se foi.
Amigo não tem defeito!!!