Era uma vez...
Havia uma vez uma ilha, onde viviam todos os sentimentos e valores do homem:
o Bom Humor, a Tristeza, a Sabedoría... como também todos os demais, inclusive o Amor.
Um dia anunciou-se aos sentimentos que a ilha iria submergir.
Então todos prepararam seus barcos e partiram. Somente o Amor ficou esperando, até o último momento.
Quando a ilha estava a ponto de afundar, o Amor decidiu pedir ajuda.
A Riqueza passou perto do Amor em um barco luxuosíssimo e o Amor lhe disse:
"Riqueza, podes levar-me contigo?"
"Não posso porque tenho muito ouro e prata dentro da barca e não há lugar para ti."
Então o Amor decidiu pedir ao Orgulho que estava passando em uma magnífica barca,
"Orgulho te imploro, podes levar-me contigo?"
"Não posso levar-te, Amor" respondeu o Orgulho: "aqui tudo é perfeito e poderías arruinar minha barca".
Então o Amor disse à Tristeza que estava se aproximando:
"Tristeza te peço, deixe-me ir contigo."
"Oh Amor" respondeu a Tristeza, "estou tão triste que necessito estar sozinha".
Em seguida o Bom Humor passou em frente ao Amor; mas estava tão contente que não sentiu que o estavam chamando.
De repente uma voz disse:
"Vem Amor, que te levo comigo"
Era um velho quem o havia chamado.
O Amor se sentiu tão contente e cheio de alegria que se esqueceu de perguntar o nome do velho.
Quando chegou à terra firme, o velho se foi.
O Amor se deu conta do quanto lhe devia e perguntou ao Saber:
"Saber, podes dizer-me quem me ajudou?"
"Foi o Tempo" respondeu o Saber.
"O Tempo?" perguntou o Amor a si mesmo,
"Por que será que o Tempo me ajudou?".
O Saber cheio de sabedoría respondeu:
"Porque só o Tempo é capaz de compreender o quanto o Amor é importante na vida"...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A Ilha
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Papai... Quanto Me Amas ?
No dia que nasceu nossa filha, meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha.
Ah!!! Eu queria um filho homem!!!!
Lamentava meu marido.
Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Carmenzita e pela infinita inocência de seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la com loucura.
Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Carmenzita.
Numa tarde estávamos reunidos em familia, quando Carmenzita perguntou a seu papai:
Papi,... Quando eu completar quinze anos, qual será meu presente?
Ele lhe respondeu:
Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?
Respondeu Carmenzita:
Bem papi,... tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca haja visto por aquí.
Carmenzita já tinha quatorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração de seu papi.
Num Domingo fomos a igreja, Carmenzita tropeçou, seu papi de imediato agarrou-a para que não caisse...Já sentados nos bancos da igreja, vimos como Carmenzita foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência.
Seu papi agarrou-a e levou imediatamente para o hospital.
Alí permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Carmenzita padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração.
Os dias foram passando, seu papi renunciou a seu trabalho para dedicar-se a Carmenzita. Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava ver Carmenzita sofrendo tanto.
Numa manhã, ainda na cama, Carmenzita perguntou a seu papi:
Papi? Os médicos te disseram que eu vou morrer?
Respondeu seu papi.
Não meu amor...não vais morrer, Deus que é tão grande, não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo.
Perguntou Carmenzita:
Quando a gente morre vai para algum lugar?
Podem ver lá de cima sua família?
Sabes se um dia podem voltar?
Bem filha,... na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sôbre isso, porém se eu morrer, não te deixarei só, onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em última instância utilizaria o vento para te ver.
O vento? E como você faria?
Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentirás que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.
Nesse mesmo dia à tarde, fomos informado pelos médicos que nossa Carmenzita necessitava de um transplante de coração, pois do contrário ela só teria mais vinte dias de vida.
UM CORAÇÃO!
ONDE CONSEGUIR UM CORAÇÃO?
UM CORAÇÃO! ONDE, DEUS MEU?
Nesse mesmo mês, Carmenzita completaria seus quinze anos. E foi numa sexta-feira a tarde quando conseguiram um doador. Foi operada e tudo saiu bem.
Carmenzita permaneceu no hospital por quinze dias e em nenhuma só vez seu papi foi visitá-la. Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa.
Ao chegar em casa Carmenzita com ansiedade gritou:
Papi! Papi!... Onde tu estás?
Eu sai do quarto com os olhos molhados de lágrimas e disse-lhe:
-Aquí está uma carta que seu papi deixou para você.
"Carmenzita, filhinha do meu coração: No momento em que ler minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram. Não pode imaginar nem remotamente quanto lamento não estar a teu lado neste instante.
Quando soube que morrerias, decidí dar-te a resposta da pergunta que me fizestes quando tinhas sete aninhos e a qual não respondí.
Decidí dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha... Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição, para que faças com ela o que queiras.
Vive filha!! Te amo com todo meu coração!!
"Carmenzita chorou por todo o dia e toda a noite; No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba de seu papi; chorou tanto como ninguém poderia chorar. e sussurrou:
" Papi,... agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, agora compreendo a importância de dizer-te "Te Amo" e te pediria perdão por haver guardado silêncio tantas vezes ".
Nese instante as copas das árvores balançavam suavemente, cairam algumas folhas e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Carmenzita, olhou para o céu, tentou enxugar as lágrimas de seu rosto, se levantou e voltou para casa.
Se esta mensagem tocou seu coração, envie a seus melhores amigos como sinal de tua amizade, nestes momentos ainda que eu estou chorando, decidi compartilhar contigo e dizer-te.
Por favor nunca deixes de dizer:
"TE AMO"
Não sabes se esta será a última vez...
Ah!!! Eu queria um filho homem!!!!
Lamentava meu marido.
Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Carmenzita e pela infinita inocência de seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la com loucura.
Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Carmenzita.
Numa tarde estávamos reunidos em familia, quando Carmenzita perguntou a seu papai:
Papi,... Quando eu completar quinze anos, qual será meu presente?
Ele lhe respondeu:
Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?
Respondeu Carmenzita:
Bem papi,... tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca haja visto por aquí.
Carmenzita já tinha quatorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração de seu papi.
Num Domingo fomos a igreja, Carmenzita tropeçou, seu papi de imediato agarrou-a para que não caisse...Já sentados nos bancos da igreja, vimos como Carmenzita foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência.
Seu papi agarrou-a e levou imediatamente para o hospital.
Alí permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Carmenzita padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração.
Os dias foram passando, seu papi renunciou a seu trabalho para dedicar-se a Carmenzita. Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava ver Carmenzita sofrendo tanto.
Numa manhã, ainda na cama, Carmenzita perguntou a seu papi:
Papi? Os médicos te disseram que eu vou morrer?
Respondeu seu papi.
Não meu amor...não vais morrer, Deus que é tão grande, não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo.
Perguntou Carmenzita:
Quando a gente morre vai para algum lugar?
Podem ver lá de cima sua família?
Sabes se um dia podem voltar?
Bem filha,... na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sôbre isso, porém se eu morrer, não te deixarei só, onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em última instância utilizaria o vento para te ver.
O vento? E como você faria?
Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentirás que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.
Nesse mesmo dia à tarde, fomos informado pelos médicos que nossa Carmenzita necessitava de um transplante de coração, pois do contrário ela só teria mais vinte dias de vida.
UM CORAÇÃO!
ONDE CONSEGUIR UM CORAÇÃO?
UM CORAÇÃO! ONDE, DEUS MEU?
Nesse mesmo mês, Carmenzita completaria seus quinze anos. E foi numa sexta-feira a tarde quando conseguiram um doador. Foi operada e tudo saiu bem.
Carmenzita permaneceu no hospital por quinze dias e em nenhuma só vez seu papi foi visitá-la. Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa.
Ao chegar em casa Carmenzita com ansiedade gritou:
Papi! Papi!... Onde tu estás?
Eu sai do quarto com os olhos molhados de lágrimas e disse-lhe:
-Aquí está uma carta que seu papi deixou para você.
"Carmenzita, filhinha do meu coração: No momento em que ler minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram. Não pode imaginar nem remotamente quanto lamento não estar a teu lado neste instante.
Quando soube que morrerias, decidí dar-te a resposta da pergunta que me fizestes quando tinhas sete aninhos e a qual não respondí.
Decidí dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha... Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição, para que faças com ela o que queiras.
Vive filha!! Te amo com todo meu coração!!
"Carmenzita chorou por todo o dia e toda a noite; No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba de seu papi; chorou tanto como ninguém poderia chorar. e sussurrou:
" Papi,... agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, agora compreendo a importância de dizer-te "Te Amo" e te pediria perdão por haver guardado silêncio tantas vezes ".
Nese instante as copas das árvores balançavam suavemente, cairam algumas folhas e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Carmenzita, olhou para o céu, tentou enxugar as lágrimas de seu rosto, se levantou e voltou para casa.
Se esta mensagem tocou seu coração, envie a seus melhores amigos como sinal de tua amizade, nestes momentos ainda que eu estou chorando, decidi compartilhar contigo e dizer-te.
Por favor nunca deixes de dizer:
"TE AMO"
Não sabes se esta será a última vez...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Milho Bom
Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio "milho-crescido".
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.
Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
"Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?" - perguntou o repórter.
Por que ?"
- disse o fazendeiro,
- "Você não sabe ?
O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.
Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho.
Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.
Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
"Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?" - perguntou o repórter.
Por que ?"
- disse o fazendeiro,
- "Você não sabe ?
O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.
Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho.
Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.
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