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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Fábula Dos Sapos No Poço

Em certo lugar, havia um bando de sapos habitando um poço.
A boca desse poço era muito estreita e não permitia ter a ampla visão do exterior, sendo possível apenas enxergar um pedaço do céu azul.
Certo dia, um sapo que morava num lago, em sua caminhada, passou por esse poço e olhou para dentro dele.
-'Quem está olhando daí?' perguntou um dos sapos de dentro do poço.
-'Sou o sapo que veio do lago. Por que você mora num lugar tão apertado como este?', disse lá de cima o sapo do lago.
-'Lago? O que é lago? Onde existe isso?', perguntaram do poço.
-'O lago é um lugar que tem bastante água. Não é tão longe.
Tanto que pude vir passear até aqui.'
-'O lago é grande? '
-'Se é grande? É bem maior do que isto!'
-'Que tamanho tem? Dessa pedra?', perguntaram apontando uma das pedras que cercavam a boca do poço.
-'Imaginem! Vocês acham que é tão pequeno?'
-'Então deve ser desse tamanho', e apontaram um pedaço de tábua que tinha caído no poço.
-'Não é pequeno assim, não.'
-'Então tem o tamanho desse poço inteiro?'
-'Que nada! Tem extensão bilhões de vezes maior do que este poço. Daqui também dá para ver o lago.
Venham até aqui, que mostro para vocês', assim respondeu o sapo do lago.
Mas os sapos do poço não quiseram acreditar.
E começaram a gritar ruidosamente em coro:
-'Onde se viu tamanho absurdo? Você deve ser mentiroso.
Deve estar tramando alguma coisa contra nós.
Não queremos mais saber da sua conversa. Vá embora daqui!" ...

"...Sendo todos nós filhos de Deus, na verdade deveríamos estar vivendo num oceano vasto e sem restrições. Vivendo como verdadeiros irmãos, mais nos isolamos em mundos tão pequenos que somos egoístas por não acreditar que podemos e somos capazes de vencer as mais difícies barreiras em nossa vida.
Mas estamos vivendo num mundo cheio de inconveniências, insatisfações, provações e deficiências em todos os sentidos, porque iludimos a nós próprios e nos negamos a sair para o oceano da Verdade, como 'os sapos do poço' desta fábula." ...

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Você Seria Obediente?

Eram aproximadamente 10:00 horas da noite quando um jovem começou a se dirigir para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir:
- DEUS! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obdecê-lo.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
- Pare e compre um galão de leite...
Ele balançou a cabeça e falou alto:
- DEUS? É o Senhor?.
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento:
- Pare e compre um galão de leite...
Muito bem, DEUS! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil...
Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:
- Vire naquela rua...
Isso é loucura...
- Pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua.
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.
Era uma área mista de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha..
Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem soou alto:
- Quem está aí? O que você quer?
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.
Ele t inha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pe na sua soleira.
- O que é?.
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
- Comprei isto para vocês.
O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.
O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
- Nós oramos...
Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a DEUS que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.
Sua esposa gritou lá da cozinha:
- Pedi a DEUS para mandar um anjo com um pouco de leite...
Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem...
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face...
Ele teve certeza que DEUS ainda responde aos verdadeiros pedidos...
Agora, você:
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir DEUS?

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 7 de junho de 2011

Há Sempre Alguém

O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém Talvez de ti ...

Autor Desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina