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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Tempo Certo

De uma coisa podemos ter certeza: de nada adianta querer apressar as coisas.
Tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo!
Aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo.
Mas alguém poderia dizer:
- Mas qual é esse tempo certo?
Bom, basta observar os sinais.
Geralmente quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações do cotidiano, enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.
Mas com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa!
Basta você acreditar que nada acontece por acaso!
E talvez seja por isso que você esteja agora lendo essas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais já estão por perto, e você nem os notou ainda.
Lembre-se que o universo, sempre conspira a seu favor, quando você possui um objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Enfrentando Os Patos

Perto da minha casa existe um parque onde as pessoas vão no final de semana e levam seus filhos para brincar, jogar bola e passear de bicicleta.
A pista de caminhada é grande e dava uma volta ao redor de um lago cheio de peixes e patos, ou melhor, "temí­veis patos".
Digo isto pois certa vez eu estava caminhando por esta pista quando vi um menino aflito pelo fato de os patos estarem na pista e ele não conseguia passar com a bicicleta, por medo dos patos.
O menino olhou para tras e perguntou ao pai:
"Pai! Os patos vão me morder?"
O pai deu um sorriso e disse: "Não meu filho.
Quando você passar com a bicicleta eles sairão da pista. E além disso, eu estou aqui com você."
Que maravilhosa lição isto nos traz não é mesmo? Isto me fez pensar que mesmo em um parque lindo e tranquilo a qualquer momento os "temí­veis patos" poderiam aparecer, mas se isto acontecer eu não estarei sozinho.
O menino poderia escolher se arriscar sozinho pela pista ou contar com a ajuda do pai.
Nós também podemos fazer esta escolha todos os dias quando levantamos.
Vamos nos arriscar em nossa caminhada diária ou vamos viver com a certeza de que nosso Pai está conosco e se os patos aparecerem ele nos guiará pelo caminho seguro?
As vezes é difí­cil acreditar que nosso Deus está tão presente em nossa vida quanto aquele pai que estava ajudando seu filho, mas eu lhe digo que foi Deus quem colocou na vida daquele menino aquele pai.
Da mesma forma foi Ele quem desejou que você lesse esta mensagem e confiasse integralmente nele.

Frederico Augustus Lopes de Oliveira
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Flor Amarela

Um dia observando um terreno baldio, fiquei comovido ao identificar em meio a várias ervas daninhas um linda flor de cor amarela.
Não era difícil percebê-la , sua cor e forma contrastavam enormemente com as ervas de coloração verde que a rodeavam.
Durante alguns minutos essa súbita observação suscitou em mim uma série de reflexões: pensei no quanto estamos em um mundo difícil de se viver e no quanto é importante a gente não se deixar sufocar pelos problemas.
Conclui que por mais que o mundo esteja cheio de ervas daninhas, nós não temos que nos tornar uma delas.
Não importa qual sejam as dificuldades haverão sempre flores amarelas...
Quando deixamos de percebê-las é porque a pretensão de achar que sabemos tudo nos tapa os olhos.
Nisso, perdemos a um pouco da nossa identidade e passamos a achar o nosso lugar ruim de viver. Invejamos o jardim do vizinho.
Achamos que seríamos mais felizes com uma outra casa, carro, emprego... vã ilusão! Poucos são os jardins onde não existem ervas daninhas.
O que torna uns mais belos que os outros é tão somente a maneira como os observamos e a capacidade que temos, ou não, de identificar as flores em meio às ervas daninhas.

Marcos Lima e Ronaldo Oliveira
Colaboração: Carlos E. Della Justina