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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Amigos De Verdade... Onde Estão???


Eu estava sozinho em casa. Um amigo telefonou perguntando se queria tirar um prosa. Ele veio, cumprimentamo-nos e perguntou como eu estava de saúde.
- Bem, graças a Deus.
Comecei a prosa e falei horas e horas sobre minha família, meus negócios, meus problemas e tudo o mais. Meu amigo escutava. O dia começou a clarear. Disse ainda que eu estava muito cansado e que sua visita me fez muito bem. Quando ele notou que eu estava melhor disse:
- Muito bem. Devo ir para o trabalho.
- Fiquei surpreso. Porque você não me disse que tinha que trabalhar.
Ele sorriu:
- Não tem problema. É para isso que somos amigos.
Eu o acompanhei até a porta. Ele estava dando partida no carro quando gritei ainda:
- Por que você me telefonou tão tarde? E vai trabalhar sem ter dormido!
- É que eu queria dar-lhe uma notícia...
- O que aconteceu?
- Estive ontem no médico. Ele disse que meus dias estão contados. Tenho um tumor cerebral. Não se pode operar. Só me resta aguardar...
Emudeci. Mas ele sorriu dizendo:
- Um bom dia para você.

Passei o dia refletindo: Puxa! Quando ele me perguntou como eu estava, nem me lembrei de perguntar como ele estava também. Onde ele buscou tanta força para me ouvir horas e horas, sorrir, animar-me quando eu é que devia fazer tudo isso para ele! Que lição para nós também!...

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Sorvete Faz Bem Até Para A Alma


Levei meus filhos ao restaurante. Meu filho de 6 anos perguntou se poderia dar graças, antes da refeição. Concordei, e ele, então, disse:
- Obrigado, meu Deus, pela comida. Ficarei ainda mais agradecido se minha mãe nos der sorvete de sobremesa... Amém!
 Os clientes, em volta, riram ao ouvir a prece do meu filho, mas ouvi uma mulher fazer um comentário destoante:
- É isso que está errado. Essas crianças de hoje nem aprendem a rezar direito. E os pais nem percebem isso. Onde já se viu um menino rezar para ganhar sorvete? Escutando isso, meu filho ficou embaraçado e perguntou:
- O que aconteceu? Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que havia feito uma oração maravilhosa, disse:
- Deus, com toda a certeza não estava zangado com você.
 Um homem sentado perto comentou:
- Deus achou que foi uma grande oração! Pena que mais gente nunca tenha pedido sorvete a Deus... Faz bem pra alma!
- É mesmo, mãe?.
 Naturalmente, eu comprei sorvete para todos, no final da refeição. Meu filho olhou fixamente para a sua taça e fez algo que surpreendeu a todos: Ele pegou o seu sorvete e, sem uma palavra, caminhou em direção da mulher que havia feito o comentário destoante e o colocou na frente dela. E, com um grande sorriso, lhe disse:
 - Aqui, este é para você. Sorvete, às vezes, é bom para a alma. A minha já está bastante boa...

Lição: Peça sorvete você também!

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Até Onde Chegou A Desconfiança


Um homem queria dependurar um quadro na parede. Tinha prego, mas faltava o martelo. E começou a ruminar uma série de pensamentos negativos que foram se avolumando como bola de neve:
- Meu vizinho tem martelo. Eu sei, mas será que ele empresta?...Ontem ele me cumprimentou tão fugidiamente... Será que ele tem alguma coisa contra mim? Estava com pressa? Mas essa pressa não foi um pretexto para evitar prosa comigo?... Se alguém me pedisse uma ferramenta emprestada, eu atenderia logo... E porque ele não pensa assim?... Tem medo que eu não a devolva?... 
Ruminando tais pensamentos sinistros, ele chega até a porta do vizinho e aperta a campainha para pedir o martelo. Por ser um pouco cedo, o vizinho demorou em abrir a porta. Isto encheu as medidas da desconfiança. 
Quando ele veio pressuroso para abrir a porta, dar um “bom dia” e pedir desculpa pela demora, o homem foi logo gritando: “Fique com o martelo. Não quero mais seu martelo”. E virou as costas, deixando o vizinho petrificado de espanto...

Lição para a vida: Antes de chegar até alguém, prepare o semblante confiante e as palavras amigas..

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina