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sexta-feira, 1 de março de 2013

O Girassol


O girassol é uma flor que gira sempre à procura do sol. É por isso que é chamada popularmente girassol. Quando uma pequena e frágil semente dessa flor brota no meio de outras plantas, procura imediatamente a luz solar. É como se soubesse, instintivamente, que a claridade e o calor do sol lhe farão possível a vida. O que lhe sucederia se a colocássemos num lugar bem fechado e escuro? Seguramente, em pouco tempo morreria.
Tal e qual o girassol, nosso corpo físico também necessita da luz e do calor solar, da chuva e da brisa, para nos mantermos vivos.
O espírito precisa igualmente da luz divina para manter acesa a chama da esperança. Precisa do calor do afeto, da brisa da amizade, da chuva das bênçãos de Deus.

Lição: É preciso imitar o girassol. Que busquemos sempre a luz, mesmo quando as trevas teimam em rodear-nos. 

Enviou: Dolores Venegas
Colaborador: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Batatinhas Na Bolsa


O professor pediu para que os alunos levassem batatinhas e uma bolsa plástica para a aula. Em seguida pediu: Separar uma batatinha para cada pessoa de quem sentiam mágoa, escrever seu nome (ou algum sinal) nas batatinhas e colocá-las  dentro da bolsa. 
A tarefa consistia em, durante uma semana, levar para toda parte a bolsa com as batatinhas. Naturalmente a condição das batatinhas foi se deteriorando.
 O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso diário que a mágoa ocasiona. O fato de  por atenção na bolsa, para não esquece-la em algum lugar, desviava os alunos de muitas  inconveniências e dissipações...

Lição: Este é o preço que se paga, todos os dias, para manter a mágoa, a bronca, a raiva e a revolta. Principalmente quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem- se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. 

Fonte: www.comdeus.com.br
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O Dialogo Das Três Velas


No altar de uma igreja silenciosa, três velas conversavam. O ambiente estava tão quieto que podia-se ouvir o seu diálogo. A primeira disse:
- “Eu sou a Fé! Infelizmente estou sobrando. As pessoas não querem mais saber de Deus. Não faz sentido continuar queimando.
 Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela, e esta se apagou. Desiludida e triste a segunda vela se manifestou:
- “Eu sou a Caridade! As pessoas me deixaram de lado, olham só para si mesmas e se esquecem até daqueles que as amam. Estou desfalecendo à míngua... 
E sem esperar, apagou-se. A terceira vela continuava bruxuleando, agonizando. Nisso entra uma criança. Vê o cenário tristonho: velas apagadas, melancolia, silêncio. Vendo uma vela ainda acesa, foi conversar com ela:
- O que está acontecendo aqui? Quem apagou essas velas? E essa tristeza toda? Estou com medo.
- Não tenhas medo, criança. Eu sou a Esperança! Onde há uma criança, há sempre uma esperança. Se você me ajudar podemos acender as outras velas.
A criança pegou a vela da Esperança e com ela acendeu as outras. Assim a Fé,  a Esperança e a Caridade voltaram a reinar.

Lição: Isto é sonho ou realidade? Que ao menos a  vela da Esperança nunca se apague dentro de nós! Vem, Senhor, e não tardeis mais!

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina