Paginas

Colabore

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A Piscina e a Cruz

Muitos de nós, as vezes, pensamos que nunca tivemos experiências dignas de serem testemunhadas. 
As vezes ouvimos falar de um milagre, ou de uma benção que uma pessoa recebeu e pensamos: 
"-será que nunca vai acontecer comigo?" 
Mas no dia-a-dia, acontecem inúmeros "pequenos milagres", coisas que ao nossos olhos são tão pequenas que praticamente passam desapercebidas. 
Mas, que em uma reflexão mais cuidadosa, revela-se um "pequeno milagre". 
A vida está cheia desses acontecimentos... pequenos tropeços que te fazem parar e ver, que, por pouco você se machucaria, ou seria atropelado. 
Uma sombra, que chama sua atenção e dá asas a sua imaginação... 
Um amigo ia toda quinta-feira a noite a uma piscina coberta. 
Sempre via ali um homem que lhe chamava atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. 
Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água. Um dia tomou coragem e perguntou a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: 
- Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui a piscina para nadar um pouco. 
Sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. 
Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnifica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem. 
O professor de natação continuou: 
- Nesse momento, pensei na cruz de Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue... Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. 
Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido... 
Após uma longa pausa, ele continuou: 
- Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se tivesse saltado, seria o meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. 
Fiquei tão agradecido a Deus, que em Sua graça me permitiu continuar vivo, que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida, mas minha alma também precisava ser salva. 
Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar. 
Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele. 
Naquela noite fui salvo duas vezes. Agora tenho um corpo sadio porém, o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque molho o dedão antes de saltar na água... 

As vezes, os milagres acontecem em nossas vidas, mas, não como nós esperávamos. 
Deus tem uma forma maravilhosa de agir, Ele não faz barulho, não chama a atenção! Mas nem por isso torna-se ineficiente. 
Abramos nosso olhos e estejamos bem acordados, testemunhemos do amor de nosso Salvador, com fervor e alegria, pois as pequenas coisas que o mundo ocultou, serão as grandes maravilhas que Deus revelará!!! 

Um grande abraço e que Deus o abençoe 

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O Carvalho E Os Juncos

Um enorme carvalho, ao ser puxado do chão pela força de forte ventania, rio abaixo é levado pela correnteza. Arrastado pelas águas, ele cruza com alguns Juncos, e em tom de pranto exclama: 
Gostaria de ser como vocês, que de tão delicados e esguios, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos. 
E Eles responderam: 
Você competiu e lutou com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo. 

Moral da História: Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade. 

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Miolo Do Pão

Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. 
A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo. 
Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. “Mas hoje quis satisfazer o meu desejo”. 
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: - Muito obrigado por este presente, meu amor. 
Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir! 
Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... 

Diálogo e franqueza com delicadeza sempre são o melhor remédio. 

Autor Desconhecido 
Colaboração: Carlos