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sexta-feira, 4 de julho de 2014

A Importância do Pai na Vida de um Filho

Ainda vivemos numa cultura onde a importância do pai na vida de um filho, seja qual for o gênero, é menosprezada e diminuída, como se fosse menos essencial ou de menor valia. 
Esquecemos que já passou o tempo em que a mulher era obrigada a cuidar da família e do lar e para o homem era atribuído o sustento da família e tudo associado ao que estaria fora de casa, participando muito pouco da vida social dos filhos e consequentemente de todos os parentes.
Apesar da mulher ser biologicamente responsável por prover o primeiro alimento do filho, isto não deveria excluir a presença do pai nos momentos decisivos do filho. 
As leis trabalhistas não ajudam também pelo fato da sociedade ainda não estar convencida que o pai realmente precisa interagir mais na educação dos filhos.
O próprio pai muitas vezes, se dispensa dessa prioridade, achando mesmo que a mãe tem um entendimento já inerente e seu envolvimento só atrapalhará o processo, acreditando que nem é tão importante assim. 
Embora a mãe esteja associada à questão biológica do processo o pai não deveria nunca se excluir, muito menos pensar que tem menos valor na vida do filho.
Os pais precisam perceber que a educação deve ser vista como um crescimento conjunto da mesma forma que a criança foi concebida. Os filhos têm que receber carinho e afeto dos dois lados e também construir sua personalidade através da percepção de vida tanto do pai quanto da mãe, e esse desenvolvimento não deve acontecer com apenas uma influência e um espectador. 
Salvo casos excepcionais, se o pai permanecer como uma pessoa dispensável na vida do filho, o tempo só irá fortalecer essa ideia e é muito difícil reverter tudo isso.

Autor Desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Uma Grande Lição de Vida

Em uma cidadezinha vivia um homem que nunca se irritava nem discutia com ninguém. Ele morava em uma modesta pensão, onde era querido e admirado por todos, justamente por sempre encontrar uma saída cordial para não se aborrecer com as pessoas.
Para testá-lo, um dia seus amigos combinaram armar uma situação que, certamente, o levaria à irritação. 
Convidaram-no para um jantar e trataram todos os detalhes com a garçonete, que seria a responsável por atender à mesa reservada para a ocasião. 
Assim que iniciou o jantar, como entrada, foi servida uma saborosa sopa. A garçonete se aproximou do homem, pela esquerda, e ele prontamente levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele, calmamente e em silêncio, esperou que a moça voltasse. Quando ela se aproximou, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez o seu na direção da funcionária, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou a seu lado, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando o saboroso aroma. E, como havia terminado sua tarefa, voltou à cozinha. 
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam, discretamente, para ver sua reação.
Para surpresa dos amigos, o homem, educadamente, chamou a garçonete que se voltou, fingindo impaciência, e lhe disse: "O que o senhor quer?" Ao que ele, naturalmente, respondeu: " senhora não me serviu a sopa". E ela, para provocá-lo, retrucou: "Servi, sim senhor!" Ele então olhou para a garçonete e em seguida contemplou o prato vazio e limpo, ficando pensativo por alguns instantes...
Todos apostaram que agora ele iria brigar... Suspense e silêncio total. Mas o homem, mais uma vez, surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: "É verdade, a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!"
MORAL DA HISTÓRIA: Na maioria das vezes, não importa quem está com a razão. O fundamental é evitar discussões desgastantes e improdutivas. Muitas brigas surgem motivadas por coisas insignificantes, que se avolumam e inflamam com o calor da discussão. Pense nisso: a pessoa que se irrita aspira o ar tóxico que exterioriza e envenena a si mesma.

(Luciana dos Santos)
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 1 de julho de 2014

Os Presentes Dados pela Vida

Mesmo sabendo que é um pouco cliché, sempre achei que os verdadeiros amigos são presentes que a vida nos dá na melhor hora, no melhor momento, aqueles que sempre se encaixam perfeitamente com tudo que está acontecendo. Vem sempre em pouca quantidade, mas ao mesmo tempo, o fato de tê-los por perto traz tanta coisa boa, que equilibra perfeitamente esta primeira incoerência.
É engraçado como nos conhecemos tão bem, como pelo olhar, pela voz, ou até pela forma como escreve um e-mail, por exemplo, automaticamente já sabemos tudo que se passa do outro lado.
São aqueles que nos fazem mostrar sempre o nosso melhor, que mesmo por algum tempo longe um do outro, ao se encontrar, é como se todo esse tempo não passasse de alguns segundos.
Aos que nunca tiveram a oportunidade de conhecer uma verdadeira amizade, não vale a pena procurar, pois é a vida que detém o poder de os encontrar.

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina