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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Ventos E Tempestades Da Vida

Um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido.
Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa.
O navio dança sobre as ondas Parece estar sob o poder e à mercê delas.
O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo.
Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.
Mas observamos que o navio mantém a sua posição.
Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido.
Qual é o segredo da segurança deste navio?
Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranquilidade?
Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado!
A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas.
Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar.
Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar…
A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano...
Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade.
Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas.
Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida.

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A Verdadeira Riqueza

Um homem muito rico parecia ter uma vida muito boa, a vida que qualquer pessoa pediria a Deus.
Ele tinha um filho pequeno, seu único filho, futuro herdeiro.
Ele queria incutir naquele menino desde pequeno o desejo pelo status, aquela valorização das coisas, do dinheiro, das terras, das casas, propriedades.
Enfim, sobre os bens realmente valiosos da vida.
E ele disse ao seu filho:
- Meu filho hoje nós vamos viajar para a fazenda de um primo meu que é muito rico, e naquela fazenda moram também pessoas muito pobres e nós vamos passar um final de semana diferente.
Vamos ficar hospedados na casa da família mais pobre da fazenda.
Eu quero que você veja o quê é riqueza e o que é pobreza e aprenda a valorizar as coisas.
E eles foram aquele homem muito rico e seu filho pequeno.
Quando chegaram à fazenda, foram recebidos na casa sede pelo primo milionário, que logo em seguido os levou para a casa mais pobre do lugar.
Era uma casa de barro batido feita com pau-a-pique, o telhado era feito de capim, o chão a terra bruta e o forno era a lenha.
O dono da casa morava ali com sua mulher, mais quatro filhos e quatro cachorros.
Foi naquele lugar muito humilde que eles passaram o fim de semana.
Não tiveram nenhuma facilidade, do mesmo modo que aquela família vivia o homem muito rico e seu filho também viveram.
Terminado o final de semana, o menino se despediu dos quatro amiguinhos, o pai milionário se despediu do pobre colono.
E eles voltaram para a vida na cidade.
Foi quando o pai perguntou para o filho:
- E então meu filho, o quê você achou da viajem?
E o menino disse:
 -Muito boa papai!
- Viu só meu filho!
Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza?
- Vi sim papai.
- E o quê foi que você aprendeu meu filho?
- Papai eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança até o meio do jardim, e eles têm em frente de casa um riacho que não dá para ver o fim.
Papai eu vi que nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas, e eles têm as estrelas e a lua.
Papai o quintal da nossa casa vai até a rua, mas o deles é uma floresta inteira, que não tem fim.
E quando o menino disse isso o pai ficou olhando surpreso, e o menino concluiu:
- Obrigado papai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!
Com a palavra daquele menino o homem rico parou para pensar.
E de fato, qual era a verdadeira riqueza e qual era a verdadeira pobreza?
Quem era mais feliz?
O colono que depois de um dia de trabalho, jantava satisfeito com muito apetite e dormia a noite toda, ou ele que chegava em casa e tomava whisky e calmante para dormir e mesmo assim acordava super cansado no dia seguinte.
Quem era mais feliz?
Os filhos daquele colono que podiam brincar no quintal, correr, nadar no riacho, ou seu filho que tinha horário pra tudo e uma vida tão difícil e controlada.
Quem era mais rico e quem era mais pobre?

Você não é rico por aquilo que possui!
Você não é rico por aquilo que têm!
Espiritualmente falando a verdadeira riqueza é daquele que têm Jesus no coração, que coloca o reino de Deus em primeiro lugar em sua vida.
A verdadeira riqueza não é material, e sim, espiritual. Reavalie o seus valores, revise todos os seus conceitos.
A vida de qualquer pessoa disse Jesus, não consiste na abundância do que possui.
E sim, em possuir o dono de todas as coisas!

Fonte: autoria Juanribe Pagliarin
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A caixinha de Deus

Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar.
Ele disse:
- Coloque todas as suas tristezas na preta e todas as suas alegrias na dourada.
Eu entendi suas palavras e, nas duas caixas, tanto minhas alegrias quanto minhas tristezas guardei.
Mas, embora a dourada ficasse cada dia mais pesada, a preta continuava tão leve quanto antes.
Curioso, abri a preta.
Eu queria descobrir o porquê, e vi na base da caixa um buraco pelo qual minhas tristezas saiam.
Mostrei o buraco a Deus e pensei alto:
“Gostaria de saber onde minhas tristezas podem estar…
“Ele sorriu gentilmente para mim e disse:
- Meu filho, elas estão aqui comigo! 
Perguntei:
- Deus, por que deu-me as caixas?
Por que a dourada inteira e a preta com o buraco?
- Meu filho, a dourada é para você contar suas bênçãos…
E a preta é para você deixar ir embora suas mágoas e tristezas…
Lembre-se sempre de guardar seus momentos mais felizes e deixar ir embora as tristezas!!!

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina