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quinta-feira, 4 de abril de 2013

As 5 Fases Do Amor


Toda pessoa que se apaixona de verdade...
Experimenta as 5 distintas fases do amor.
O amor na essência é um só...
...mas se manisfesta de diversas formas.
Não existem vários tipos de amor...
Existem várias formas de amar.
Uma pessoa que ama, necessariamente precisa se apaixonar.
Quando a gente se apaixona, o amor ainda é uma criança e aos poucos vai crescendo se tornando um jovem cheio de alegria pra mostrar.
Quando chegamos nessa fase...
Pensamos não existir outra pessoa mais importante nesse mundo inteiro.
Sentimos vontade de entregar o mundo inteiro junto com as estrelas do céu para a pessoa que amamos.
Sendo assim quero nomear a primeira fase:
SE APAIXONAR!
Depois de descobrirmos o prazer que é o início do amor e desfrutar abusadamente dessa fase...
Entramos em uma que não é muito interessante para nós mas que não deixa de ter uma importância tão grande quanto todas as outras.
Certo tempo depois que a gente se apaixona...
Vemos que nem tudo é como pensávamos que fosse.
Essa fase eu chamo de:
ACORDAR PARA A VIDA!
É o mesmo que acordar de um sonho...dentro do próprio sonho.
Nessa nova etapa queremos a todo custo esquecer quem amamos.
Por covardia? Por medo?
Eu responderia: Por amor.
Aliás essa nova fase eu chamo:
BUSCAR O AMOR!
Nessa fase...a gente pensa que buscando em outros lugares a felicidade iremos encontrar outra pessoa
mais especial do que por quem nos apaixonamos.
Depois de se apaixonar pela pessoa, depois de acordar para a vida, depois de buscar o amor em outros lugares...
Vemos que a vida não tem sentido sem o nosso grande amor.
Sem amor, não há vida, apenas existência.
Essa parte eu chamo de:
SAUDADE!
Saudade de quando eram completamente loucos...
Saudade de quando vivíamos aventuras únicas...
Saudade até do que não pôde acontecer...
E por fim...A quinta fase que VOCÊ terá que saber sozinho
Procure no mais profundo e oculto do seu coração.
E quando achar, viva intensamente, porque essa fase, é a mais especial, e cada um que ama...sabe qual é...

Sem dúvida essas fases existem quando amamos, quem ama de verdade sabe o que é sentir cada momento desse.
Aproveite e ame muito em sua vida!!!

Cezar Rodrigues
By Raphael Bacellar
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 2 de abril de 2013

Prossiga O Enterro


Esta história é muito conhecida , mas compensa repetir pelo sabor popular e pela lição que encerra. Era uma vez um rapaz que não tinha vontade nenhuma de trabalhar. Doença? Transtorno mental? Depressão? Preguiça? Sua mãe, uma pobre viúva, morava num casebre e mal conseguia manter a casa e o filho marmanjo:
- Meu filho, fulano tem um bom serviço para você...
- Mãe, estou muito cansado. Não dormi bem essa noite.
- Pudera, meu filho! Você dorme o dia inteiro. Não sobra nada para a noite.
Os amigos brincavam com ele:
- Tenho uma enxada bem encabada. Dou de presente. Limpe o quintal, faça uma horta...
- A enxada é boa, mas o cabo deixa calo na mão...
Nem a pobre mãe e nem os amigos conseguiam convencê-lo a se ocupar com alguma coisa. Por fim, para evitar tanta importunação, resolveu morrer. Fingiu de morto, porque tinha preguiça até de se matar. Para abreviar a história, pediu que o levassem para o cemitério. Formou-se um pequeno cortejo fúnebre, e lá se foi ele deitado no caixão. Como era muito conhecido naquela cidadezinha, choveram os comentários. Alguns de zombaria, outros de dó. O dono de uma mercearia viu tudo e arriscou dar uma ajuda:
- Quincas, já sei qual é seu problema. Quero ajudá-lo com um saco de arroz. 
O “defunto” ergueu pesadamente a cabeça e perguntou com voz sumida:
- É com casca ou sem casca?
- Com casca. Mas é fácil limpar.
- Agradeço...Toquem o enterro pra frente...

Lição: Deixando pra lá os maus juízos e o lado humorístico da história, há muito de verdade nisso. São Paulo já dizia com uma pitada de humor: “Ora, ouvimos dizer que entre vós há alguns que vivem à toa, muito ocupados em não fazer nada” (2Ts 3,7-12)

Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O Contraste Dos Dois Lagos


O rio Jordão desce pela Palestina formando dois lagos. Um é fresco e cheio de peixes. Viçosas plantas enfeitam suas margens. As árvores estendem seus ramos sobre ele e prolongam suas raízes sedentas para sorver suas águas saudáveis, e as crianças brincam em suas praias. Os homens constroem suas casas nos arredores e os pássaros seus ninhos, e todo o tipo de vida reverdece e frutifica. É o famoso lago de Genesaré ou mar da Galiléia onde Jesus gostava de ficar.
O rio Jordão continua seu caminho, formando outro lago. Mas nesse lago as águas ficam estagnadas. Aqui não há vestígios de vida, nem murmúrios de folhas, nem cantos de passarinhos, nem risos de crianças. O ar sobre suas águas é espesso e ninguém a bebe, nem gente, nem animais e nem as aves. É o chamado mar morto. 
O que faz esta grande diferença entre dois lagos? Por que um é viçoso e o outro é estéril? O culpado não é o rio Jordão, pois leva a mesma água aos dois. Não é o solo sobre o qual correm, nem o campo que os rodeia. A diferença é esta: O mar da Galiléia recebe o rio Jordão mas não o retém. Recebe e passa para frente.
O outro lago é avarento: recebe e guarda ciosamente. Não tem nenhum gesto generoso. Cada gota d’água que chega, ali fica. O mar da Galiléia dá e vive. O outro lago não dá nada. Não reparte com ninguém. Por isso chama-se  mar morto.

Lição: Quem se fecha em si mesmo, murcha e apodrece. Quem reparte, torna-se cada vez mais viçoso e produtivo. O egoísta é como  mão  de samambaia que não se abre. O pródigo é como a rosa que abre suas pétalas, perfumando o ambiente. 

(Fonte: Umberto Agudelo em “O amor é a única alternativa).
Colaboração: Carlos E. Della Justina